O Nacional Desenvolvimentismo foi uma das principais estratégias econômicas do Brasil durante o século XX, marcado especialmente pelos governos de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e pela Ditadura Militar. Esse modelo buscava o desenvolvimento econômico através da industrialização, do fortalecimento do Estado na economia e da redução da dependência externa.
Você sabe como surgiram os movimentos de resistência à Ditadura Militar no Brasil? Durante o regime que durou de 1964 a 1985, diversos grupos políticos, culturais e sociais enfrentaram a repressão, a censura e as perseguições do governo. Neste conteúdo, você vai entender o papel de organizações como a Frente Ampla, os protestos do movimento estudantil, as músicas de protesto, a guerrilha urbana, os sequestros políticos e muito mais.
A Ditadura Militar no Brasil (1964–1985) consolidou seu poder por meio dos Atos Institucionais e da criação de diversos aparelhos de repressão voltados ao controle político e social. Entre eles, destacam-se o AI-1, que cassou mandatos; o AI-2, que extinguiu os partidos; e o AI-5, marco do período mais duro da repressão, responsável pelo fechamento do Congresso, censura, prisões arbitrárias e suspensão de direitos civis. Para sustentar esse regime autoritário, foram estruturados órgãos como o DOPS, o DOI-CODI e o SNI, responsáveis por vigilância, interrogatórios, perseguição a opositores e práticas sistemáticas de tortura.
O populismo no Brasil: de Jânio ao Golpe de 1964 marca uma fase decisiva da história política nacional, marcada por instabilidade, disputas ideológicas e grandes mobilizações sociais. O período envolve o governo Jânio Quadros, suas políticas de austeridade econômica, conservadorismo moral e a polêmica Política Externa Independente; sua renúncia em 1961, que desencadeou a Campanha da Legalidade e levou à posse negociada de João Goulart sob o parlamentarismo. No governo Jango, as Reformas de Base, como reforma agrária, educacional e tributária, geraram forte polarização entre setores progressistas e grupos conservadores, culminando em tensões como o Comício da Central do Brasil e a Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Esse contexto intenso, marcado por Guerra Fria, crise econômica e medo do avanço socialista, abriu caminho para o Golpe Militar de 1964.